Preciso mesmo de um advogado?
Divórcio, partilha, união estável e guarda, seja na Justiça ou em cartório, em regra exigem a participação de advogado. Além disso, a análise ajuda a identificar o caminho adequado e evita decisões tomadas sem informação.
A outra parte não vai aceitar. E agora?
O divórcio não depende da concordância da outra parte. Quando há diálogo, a via consensual pode ser avaliada; quando não há acordo, existem caminhos judiciais. A análise do caso indica qual se aplica.
Não somos casados oficialmente. Isso muda algo?
A união estável pode existir mesmo sem casamento civil ou contrato registrado. A relação é analisada para orientar sobre o reconhecimento ou a dissolução e sobre as questões patrimoniais envolvidas.
Já estamos separados há tempo. Ainda preciso formalizar?
Uma separação apenas de fato pode deixar bens, responsabilidades e questões dos filhos sem definição jurídica. A orientação mostra o que precisa ser regularizado no seu caso.
Tenho medo de perder a convivência com meus filhos.
As decisões sobre guarda e convivência têm como referência o interesse da criança. Entender sua situação atual e a modalidade de guarda existente ou pretendida é o primeiro passo para buscar uma definição clara.
Quanto custa e quanto tempo leva?
Depende do tipo de procedimento e da complexidade do caso: caminhos consensuais e litigiosos têm dinâmicas diferentes. Por isso, a equipe explica as condições de atendimento e as etapas envolvidas depois de entender sua situação.
Ainda não tenho todos os documentos.
Não é necessário ter tudo para iniciar a conversa. No contato inicial, a equipe indica quais informações e documentos podem ser necessários.
Não quero exposição nem aumentar o conflito.
O atendimento segue o sigilo profissional da advocacia, e as ações de família tramitam em segredo de justiça. A condução busca segurança jurídica e solução, não confronto entre as partes.